

Há seis anos, fomos apresentados à primeira geração de smartphones e suas revolucionárias telas sensíveis ao toque, redes sociais ainda eram consideradas hostis à cultura, e não imaginávamos que poucos anos depois teríamos tantas novidades e avanços.
De lá para cá, muita coisa mudou na maneira como encaramos, compramos e nos relacionamos no mundo. Isso gerou novas demandas para o mercado e como consequência direta: novas carreiras e oportunidades profissionais. Para entender quais as profissões que surgiram (ou foram repaginadas) e se consolidaram no período, elencamos 10 que mais cresceram nos últimos anos.
1) Gerente de Trade Marketing
Estamos acostumados com anúncios na televisão ou em revistas dominando as estratégias de marketing, mas os tempos mudaram e as pessoas são constantemente influenciadas por outros fatores. Por isso o gerente de trade marketing despontou como o responsável por traduzir a estratégia de marketing nos pontos de venda, elaborando e executando as promoções, definindo o local da exposição do produto e outros.
2) Especialista na área de Mobile Marketing
De cada dez celulares em uso no Brasil, quatro são smartphones e a expectativa é que este mercado se expanda nos próximos anos, segundo IBOPE. Perante a tantas pessoas conectadas em dispositivos móveis surge uma barreira no mundo publicitário, e é aí que este profissional entra com o desafio de adaptar ou criar novas estratégias para este novo mercado.
3) Gerente de Marketing Digital
Para atingir mais consumidores, no meio de toda essa mudança tecnológica, é necessário pensar em campanhas digitais. Por isso este profissional é responsável por elaborar as estratégias de marketing que compreendam todos os meios online de propaganda atuais.
4) Advogado especialista em direito eletrônico
Em meio à sofisticação dos meios online e novos comportamentos: sites de compras, sites de relacionamentos e outros, surge consequentemente a necessidade de novas regras. Para isso, observamos grandes demandas de departamentos dedicados ao direito eletrônico nos escritórios de advocacia.
5) Advogado especialista em combate à pirataria
Já faz parte do nosso vocabulário a palavra pirataria. Sempre abrangendo produtos musicais, softwares, jogos, filmes e outros, era previsível que com o despontamento dessa era digital, ela não ficaria de fora. Com isso, este profissional alcançou um maior destaque realizando suas ações de investigação, prevenção e preservação do produto original.
6) Engenheiro de segurança
O engenheiro de segurança já era uma figura presente nas empresas, porém com esta mudança de comportamento, nos últimos anos, seu papel se tornou essencial. A tarefa deste profissional vai desde garantir a privacidade das informações postadas diariamente até resguardar a segurança dos sistemas das empresas.
7) Engenheiro de rede cloud computing
Este profissional está mais perto do que imaginamos. A cada foto que você posta, arquivo que você salva ou depósito que faz no banco pela internet há um grupo destes engenheiros responsáveis em criar as condições de hardware e de software para que cada uma destas (e infinitas outras) ações aconteça.
8) Desenvolvedor de aplicativos móveis
O desenvolvedor que escolher seguir neste caminho acertará em cheio! Desenvolver aplicativos para dispositivos móveis, como celulares e smartphones é uma nova função para os desenvolvedores. O programador se vale dos mesmos conceitos que usava há cinco anos, mas agora a plataforma mudou e graças a isso a interação usuário e dispositivo foi revolucionada.
9) Gerente de sustentabilidade
O grau de responsabilidade social e ambiental das empresas tornou-se mais valorizados perante as possíveis catástrofes naturais e virou também critério fundamental para a atração de talentos. É este gerente quem vai analisar o impacto da operação no meio ambiente e implantar sistemas para diminuir o impacto destes efeitos.
10) Advogados especializados em óleo e gás com foco no pré-sal
A produção do primeiro óleo do pré-sal aconteceu em setembro de 2008. A expectativa é que as reservas da camada do pré-sal tenham potencial para 70 a 100 milhões de barris de óleo. Estes números são suficientes para entender a necessidade de advogados especializados apenas neste tipo de extração.
Fonte: Exame (http://migre.me/ey03g)

Atualmente o setor de TIC, que fatura 197 bilhões de dólares (em 2011), segundo a IDC, emprega 1,2 milhão de profissionais. Entretanto, esse exército não é suficiente. Estudos da Brasscom apontam que o País deverá fechar 2012 com um déficit de 115 mil especialistas em TI, ante 92 mil no ano passado.
Levantamentos da Brasscom estimam que o setor continuará aquecido e com taxas de crescimento anual em torno de 10% até 2015, aumentando mais ainda a demanda por talentos de TI.
Com a missão de formar 10 mil talentos por ano para ajudar reduzir a falta de mão de obra especializada de Tecnologia da Informação no País, o programa Brasil Mais TI já está oferecendo 12 cursos de capacitação para profissionais. As aulas são destinadas a jovens talentos a partir de 16 anos e especialistas, que estão atuando no mercado de trabalho e querem se aperfeiçoar em linguagem de programação.
Entre os 12 cursos oferecidos, nove são livres com o objetivo de oferecer profissionalização em TI para os que estão entrando agora no mercado de trabalho ou que precisam se aperfeiçoar em determinadas tecnologias. As vagas dessa modalidade são ilimitadas e não há processo de seleção, atendendo candidatos a partir de 16 anos interessados em cursar aulas sobre Aplicativos BrOffice, Programação de Páginas Web e Sistemas de Conectividade.
Os outros três cursos são de linguagens de programação em Java, Cobol e .Net, destinados a profissionais que têm conhecimento de TI. Nesse caso, eles são submetidos a um teste.
Os candidatos interessados nesses cursos passam uma seleção de perfil profissional, conhecimentos teóricos e afinidades em tecnologia. Mais de trezentos alunos já estão cursando linguagens de programação no Brasil Mais TI.
O Brasil Mais TI é uma iniciativa da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), financiada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e apoiada pelo Ministério da Educação (MEC).
O projeto foi lançado em setembro como parte das ações do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior), anunciado em agosto pelo ministro do MCTI, Marco Antonio Raupp, para aumentar a competição da indústria nacional desse setor no mercado local e externo.
Dos 500 milhões de reais do Governo Federal destinados ao TI Maior, uma parcela de 1,4 milhão foi direcionada para capacitação de jovens talentos. Esses novos profissionais receberão treinamento a distância pelo portal de Brasil Mais TI, que tem a missão de contribuir para a inserção social e a redução do déficit de mão de obra qualificada no setor.
“Desenvolvemos o projeto com o objetivo de despertar talentos em tecnologia, pois o setor enfrenta carência de profissionais qualificados. Oferecemos aos estudantes cursos livres em TI para que eles se familiarizem com o setor e possam utilizar conhecimentos de informática em outras atividades cotidianas”, explica Sergio Sgobbi, diretor de Educação e Recursos Humanos da Brasscom.
Sgobbi afirma que a Brasscom conseguiu sensibilizar o governo federal sobre a necessidade de colocar em prática um plano nacional para formação de técnicos de TI. Hoje o o mercado de TI sofre com a escassez de profissionais qualificados com grande demanda por talentos, principalmente na base da pirâmide.
O mercado brasileiro de TI cresce acima de 10% ao ano e as empresas não conseguem achar especialistas no mercado de acordo com suas necessidades. Esse problema vem obrigando muitas a investir em programas de treinamento internos para formar seus talentos. Mesmo assim, algumas vezes elas precisam contratar mão de obra mais sofisticada e cara para atividades que poderiam ser executadas por profissionais.
Demanda do mercado
O programa Brasil Mais TI tem a missão de formar anualmente 10 mil profissionais por meio de cursos oferecidos online em seu portal. Segundo a Brasscom, o programa lançado no início de setembro de 2012 já possui mais de 10 mil alunos cadastrados nos cursos livres em todos os estados do País, principalmente na região Sudeste.
Os principais cursos acessados pelos estudantes são Programação de Páginas Web, Arquitetura de Computadores, Aplicativos BrOffice e Sistemas Operacionais. Veja a lista completa dos cursos livres oferecidos pelo projeto:
- Aplicativos BrOffice
- Arquitetura de Computadores
- Comunicação e Técnicas de Apresentação
- Matemática Aplicada
- Programação de Páginas Web
- Redes Locais de Computadores
- Redes Remotas de Computadores
- Sistemas de Conectividade
- Sistemas Operacionais
Vagas de emprego
O Brasil mais TI conta ainda com um Portal de Vagas gratuito, em que os profissionais podem divulgar currículos e se candidatar a mais de 70 vagas que já estão sendo ofertadas.
Qualquer empresa de TI pode cadastrar suas vagas gratuitamente e pesquisar candidatos entre os mais de 5 mil currículos cadastrados no Brasil Mais TI.
Fonte: IDGNOW! (http://migre.me/ceuNV)

Saber direcionar o conteúdo dos sites para realmente levar uma experiência personalizada e diferenciada para diferentes públicos. Este é o ponto principal da terceira edição do Razorfish 5, de acordo com o próprio diretor da empresa para a América Latina, José Martinez.
“O estudo aponta a importância de tornar os sites das empresas mais apropriados para os diferentes usuários, e como servir conteúdo que seja mais relevante. O cliente é o centro do estudo”, explica o executivo.
As novas tendências de mercado apontadas pela Razorfish são resultado de uma espécie de curadoria interna. Para identificar os cinco tópicos que compõe o documento, é feita uma pesquisa com todo o pessoal da Razorfish no mundo, de todos os setores, para ver o que os clientes precisam e identificam como tendência em suas empresas. Ao todo, a Razorfish possui 2.400 funcionários no mundo, sendo 60 somente aqui no Brasil. Neste ano, o conteúdo era tanto que foram publicados seis tópicos em vez dos costumeiros cinco.
Partindo do comportamento do consumidor diante de uma realidade omnichannel dos sites de e-commerce, o estudo mostra como as empresas podem aproveitar melhor as últimas tecnologias do mercado a partir da sua primeira experiência digital, e modificarem seus processos para impulsionar a inovação.
“Não basta fazer um site de e-commerce, é preciso usar outras plataformas para criar a plataforma perfeita”, explica José Martinez.
Brasil
Na opinião de Martinez, as empresas brasileiras ainda investem pouco em seus canais digitais, mesmo com a Internet e as redes sociais sendo tão populares por aqui. “A conclusão que chegamos é a de que as empesas não estão preparadas para o mundo digital, para justificar um investimento maior.”
“Aqui no Brasil vemos mais exemplos pontuais, poucas empresas estão fazendo essa transformação digital. O investimento em publicidade digital nos EUA já está acima dos 20%, aqui ainda está perto de 10%. Lá já se tem uma cultura mais forte de comunicação digital.”
Na opinião do especialista, entre as soluções para essa transformação estão a presença de um sênior manager para poder fazer essa ponte, uma melhor avaliação das agências digitais para não deixar os clientes confusos e uma melhor integração entre o CTO e CMO das empresas.
Fonte: IDGNOW! (http://migre.me/biqzI)