Internet via balões no Brasil pode chegar à velocidade de 100 Mbps

Postado em 20/12/2013 14:48:51

Balões

 

Dentro de um ano e meio estará pronta a tecnologia dos balões que possibilitarão ao governo levar internet a lugares do Brasil onde a rede não chega Três pilares são fundamentais para o projeto: atender o máximo de pessoas simultaneamente e ter as maiores área de cobertura e velocidade possíveis. Quanto ao último quesito, o Ministério das Comunicações, seguindo o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga), determina o mínimo de 1 Mbps por usuário, mas a Telebras trabalha também para atender clientes corporativos (incluindo o governo) e provedores de internet; nesses casos a velocidade seria de 20 Mbps, podendo chegar a 100 Mbps. O grande desafio é manter isso em funcionamento, pois, estando tão alto, o balão se sujeita a todo tipo de intempérie. "Um vento muito forte poderia causar prejuízos", observa o engenheiro da Telebras. Ao menos por enquanto, a tecnologia não permite acessos móveis diretos; a transmissão será feita até um receptor que levará a internet até o usuário. Oportunidade O sistema de balões pode ser usado em outras situações, inclusive em grandes metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro. "Basta estar em acordo com aerovias pra deixar os balões fora das rotas e evitar acidentes", explica Amado. O método seria útil em casos emergenciais, para restabelecer os serviços de comunicações rapidamente, e em grandes eventos. Quem participou das manifestações de junho notou que foi difícil usar a internet nas ruas por causa da alta demanda, o que poderia ser evitado com ajuda de balões. A mesma coisa para acontecimentos como Rock in Rio e Lollapalooza. "Essa possibilidade [o uso comercial] já está dentro do escopo do trabalho, mas a urgência agora é atender à demanda onde não há acesso", afirmou o engenheiro.

Fonte: Olhar Digital (http://migre.me/h5OV4)

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Chega ao mercado o Shopping Megafashion: o mais completo canal de e-commerce de moda do Brasil

Postado em 31/10/2013 13:12:13

e-shopping

 

A nova plataforma de negócios Megafashion chega ao mercado

modista para apoiar quem deseja lançar sua loja on-line e

aproveitar o crescimento do e-commerce de moda, que

segundo a pesquisa da Ebit, já é a categoria que mais vende

on-line no Brasil. O projeto tem o diferencial de reunir

varejista e atacadistas em um mesmo portal, facilitando a

entrada destes no mercado on-line com uma mensalidade de

R$ 39,00 além de uma baixa porcentagem nas transações

realizadas.

De acordo com o sócio-presidente da Webforce, Caio Mário

Paes de Andrade, percebe-se o movimento de integração de

lojas físicas com o portal, criando-se uma vitrine virtual

que facilmente apresenta os produtos ao comprador. “Os

empreendedores já estão obtendo bons resultados. O

Megafashion veio para simplificar o dia a dia e para

mostrar como um e-commerce bem estruturado pode trazer

melhorias aos negócios”, afirma o executivo.

Segundo Ana Martini, sócia e diretora do Megafashion,

“o objetivo do Megafashion é facilitar o relacionamento de

toda a cadeia de moda, acelerando a entrada no mercado

virtual com uma solução simples e acessível”.

Para acessar o Megafashion, basta entrar no website:

www.megafashion.com.br.

 

Veja a matéria na integra no site : http://migre.me/gtAkP

Fonte: Portal Fator Brasil

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Para vestir-se bem, sem sair de casa.

Postado em 01/10/2013 14:55:36

ecommerce

 

O consumidor se rendeu às compras de roupas e calçados pela web e elevou o segmento ao topo do ranking entre as categorias preferidas do e-commerce no primeiro semestre do ano, segundo a empresa de informações de comércio eletrônico e-bit. A liderança (13,7%), que desbancou os eletrodomésticos, o setor de beleza/cuidados pessoais e a informática, foi conseguida graças aos investimentos dos varejistas, principalmente, em sites e shoppings virtuais com novas tecnologias, variedade e qualidade de produtos, aperfeiçoamento do atendimento, mais precisão nas medidas, agilidade na entrega e conforto nas trocas.

Segundo a e-bit são as mulheres, 55% dos novos consumidores virtuais, que impulsionam as vendas de roupas e calçados. Preços mais competitivos e segurança nos pagamentos, são outros incentivos fortes, avalia a MSense, especializada em mercado digital. Comprar roupas online é uma tendência global: em todo o mundo é hábito de 50% dos internautas; no Brasil, por enquanto o índice é de 34%, diz a Rakuten, maior empresa japonesa de internet.

Atacado e varejo

No ano passado, os investidores da holding WebForce criaram o marketplace virtual Megafashion, reunindo lojistas do bairro paulistano do Brás e consumidores. Desde 2012, esses pequenos varejistas passaram a usar a plataforma online para mostrarem a sua marca na vitrine online e ampliarem suas vendas (complementando as lojas físicas ou só na internet). Segundo o sócio-presidente da WebForce, Caio Mário Paes de Andrade, existem 3.800 lojas participando do Megafashion, que conta com mais de 400 mil visitas por mês e 150 marcas.  "Os lojistas têm 100 templates (modelos) para montar sua lojinha virtual, com fotos de vários ângulos e zoom que facilitam a visualização do consumidor", diz a CEO do Megafashion, Ana Martini.

Por R$ 39 mensais, o lojista tem presença online e o suporte da plataforma. "Os comerciantes gostam de estar no Megafashion porque é como se fosse um shopping e não precisam entender de tecnologia", diz Ana Martini. "Nós simplificamos o dia-a-dia deles, integrando ferramentas de marketing com o sistema de gestão, sistemas de pagamentos, blogs, produzimos as fotos dos produtos e temos sistemas que permitem mais visibilidade no Google, com clique de palavras relacionadas ao seu produto para acelerar as vendas, além de parcerias com o Facebook e blogueiras de moda".

A novidade da plataforma neste ano é a integração dos atacadistas do Brás no Megafashion, iniciada há três meses. "Esta é a segunda função do shopping virtual", informa Andrade. "Estamos juntando atacadistas com varejistas numa mesma plataforma para eles fazerem seus negócios. Somos um facilitador entre as duas pontas". O portal já tem 128 atacados cadastrados usando a ferramenta. O executivo calcula que dos cinco mil atacadistas do Brás, cerca de 500 estarão participando do Megafashion até o final deste ano.

Medidas e satisfação

A loja de sapatos femininos de numeração especial (39 ao 44)  ContaPraEla, com um ponto de venda físico em Osasco, na Grande São Paulo, é uma das clientes do Megafashion. A proprietária Gisele Camargo conta que já tinha uma loja online desde 2010, e foi graças à internet e com anúncios online que descobriu onde estava seu público, "jovem, atento às redes sociais, que gosta de cores e saltos". "Comecei pesquisando na internet para saber qual era perfil e o tamanho de meu mercado e ver se valia a pena instalar uma loja física (criada em 2011)".

Agora, a marca também está dentro do Megafashion, com 50 modelos de sapatos femininos de quatro fornecedores e toda a sua movimentação de estoques está integrada com a gestão da loja física e também com o ponto de vendas que mantém na página do Facebook. Suas consumidoras estão concentradas em São Paulo, Rio e Salvador. "Se ela já conhece a marca, e sabe seu número, fica mais confortável em comprar mais de um par". Cada modelo de calçado tem uma tabela em centímetros da base do pé que corresponde aos tamanhos ali vendidos (39 ao 44). Neste ano, as vendas devem crescer 20% sobre as de 2012.

Fonte: Diário do Comércio (http://migre.me/gfJ2C)

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