CONCORRENTE DO UBER DIZ QUE PESSOAS NÃO TERÃO CARROS EM 2025

Postado em 19/09/2016 14:06:41

LYFT

 

Em um longo texto, o co-fundador e presidente da startup Lyft, John Zimmer, fez previsões sobre o futuro dos carros e do transporte urbano. A Lyft é uma empresa concorrente do Uber, mas que não atua no Brasil.

Zimmer afirma que veremos nos próximos anos a “terceira revolução no transporte”. As mudanças às quais ele se refere são impacto direto de tecnologias que permitirão que carros se desloquem sem auxílio de um motorista humano—os carros autônomos.

A previsão é que dentro de apenas cinco anos, mais da metade das corridas feitas pelo Lyft seja por meio de carros autônomos. Em janeiro deste ano, a General Motors investiu 500 milhões de dólares na Lyft em troca de 10% das ações. Também foi firmada uma parceria entre as empresas para o desenvolvimento de carros que se dirigem.

O principal concorrente da Lyft, o Uber, inaugurou uma temporada de testes com carros autônomos na cidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos na semana passada.

Se andar em um carro sem um motorista já puder ser chamado de revolução, espere para ver o que Zimmer prevê para depois disso. Ele acredita que dentro de dez anos ter um carro será algo extremamente raro. “O veículo médio é usado apenas em 4% do seu tempo e fica estacionado por 96% do tempo”, escreve Zimmer.

O argumento do empreendedor é que quando se coloca na ponta do lápis, ter um carro não é vantajoso. “Ter um carro implica fazer pagamentos mensais, procurar por estacionamentos, comprar combustível e lidar com reparos”.

Com o fim da propriedade sobre carros, ao menos nos EUA, como as pessoas poderiam se deslocar? Ele acredita que o transporte será feito graças a empresas como Lyft (e, claro, Uber, que ele não cita em seu texto).

Ele afirma que o interesse por ter carros já vem diminuindo nos Estados Unidos. A taxa de pessoas sem habilitação tem crescido ao longo dos últimos anos. Zimmer ainda afirma que o interesse por comprar um veículo é 30% menor entre jovens do que era na geração anterior. "A cada ano, mais e mais pessoas estão concluindo que é mais fácil e mais barato viver sem ter um carro."

IMPACTOS URBANOS

Essa revolução no sistema de transporte traria mudanças consideráveis no ambiente urbano e na forma como lidamos com a cidade.

“Da próxima vez que você andar, preste atenção no espaço. Veja quanta terra é dedicada somente a carros. Quanto espaço veículos estacionados ocupam dos dois lados da rua e quanto de nossas cidades fica inutilizada para servir de estacionamento”, escreve Zimmer.

Ele ainda ressalta que a mudança traria benefícios. “Imagine por um minuto como nosso mundo seria se encontrássemos uma maneira de tirar a maioria desses carros das ruas. Ele seria um mundo com menos engarrafamento.

 

FONTE: http://exame.abril.com.br/

 

Compartilhe: Facebook Orkut Windows Twitter

UMA (CURTA) VIAGEM NO TEMPO

Postado em 19/09/2016 13:28:56

Computador

 

Acabamos de desembarcar na segunda metade dos anos oitenta do século passado. Computador pessoal ainda é uma coisa relativamente nova. O IBM PC, a primeira máquina “de dezesseis bits”, foi lançada pela IBM há poucos anos, em agosto de 1981, e fez tanto sucesso com seu processador 8088 que seus clones, máquinas capazes de rodarem o mesmo sistema operacional e programas, se multiplicaram e invadiram o mercado.

O que, aliás, não é uma façanha tão grande como parece, posto que o mercado é pequeno: estima-se que no mundo há hoje 200 milhões de computadores pessoais (lembre-se: estamos na segunda metade da década de 1980). Comparado com os mais de sete bilhões de telefones espertos que existirão no distante futuro de 2015, cada um deles com uma capacidade computacional imensamente maior que a dos computadores de que falamos, o número parece ridículo.

E como são os computadores de que falamos?

São máquinas bastante simples. Frente aos do futuro, 2015 por exemplo, chegam a inspirar riso. É verdade que ainda no lustro passado a IBM lançou o AT, máquina bem mais poderosa que o velho PC, equipada com o 80286 e que, vejam vocês, já vem de fábrica com um disco rígido que chamamos de “Winchester” por razões jamais bem explicadas.

E mais: inda agora mesmo, em 1987, acabam de serem lançados os primeiros clones equipados com o novo “chip” da Intel, o 386 (diz-se “três-oito-meia”), máquinas poderosíssimas e capazes, vejam vocês, de uma coisa quase mágica denominada “multitarefa”, ou seja: podem rodar mais de um programa simultaneamente desde que tenham instalado um sistema operacional adequado.

Como o primeiro sistema operacional capaz de fazer isso de maneira minimamente decente será o Windows 3, a ser lançado daqui a alguns anos, em 1991 (e haverá quem diga que sequer será um sistema operacional mas um “quebra-galho” para aproveitar as funcionalidades revolucionárias do três-oito-meia – o que aliás será verdade), o que fazemos hoje é rodar o DOS mesmo, o sistema operacional de tela texto (ou seja, não gráfica, que aceita apenas caracteres alfanuméricos) desenvolvido por uma pequena empresa de Seattle, a Microsoft para o 8088/8086, porém equipado com o Deskview, um programeto sensacional da QuarterDeck que mesmo rodando sobre o DOS permite que se rode mais de um programa simultaneamente. Um negócio quase mágico.

Porém o que as futuras gerações do próximo milênio mais estranharão será nossa tela. Suspeito que ao vê-la em algum museu daqui a alguns anos haverá quem tenha acessos de riso ou que não acreditará que um dia se pôde trabalhar com uma trapizonga tosca como estas.

Nossos monitores são um negócio mais ou menos do tamanho de um forno de micro-ondas do futuro com um cinescópio em seu interior que exibe uma tela negra na qual são mostradas no máximo 25 linhas nas quais cabem apenas oitenta caracteres. São caracteres que brilham com a cor esverdeada do elemento fósforo, e por isso mesmo essas telas são chamadas “de fósforo verde”. Algumas, mais sofisticadas, exibem uma cor âmbar, mas são raras.

Os sistemas mais avançados possuem uma placa controladora de vídeo capaz de exibir gráficos com uma resolução de 200 x 320 pontos. As imagens ficam quase indecifráveis (veja Figura 1), mas para gráficos comerciais, do tipo linha ou barra, são aceitáveis.

Alguns monitores obedecem ao padrão CGA (“Color Graphics Adaptor”) o que os torna capazes não somente de exibir gráficos mas também, pasmem: em cores. Conseguem exibir até dezesseis cores diferentes e os raros micreiros que têm a oportunidade de ver um bicho desses ficam extasiados. Mas, no Brasil, ainda são raros.

 

Fonte: artigo de B. Piropo para http://www.techtudo.com.br/

 

Compartilhe: Facebook Orkut Windows Twitter

DIRETOR DO FBI RECOMENDA QUE AS PESSOAS TAPEM SUAS WEBCAMS

Postado em 16/09/2016 18:23:41

Pessoas como o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, estão no time dos que colam um adesivo na frente da webcam do notebook para evitar bisbilhoteiros indesejados. Agora, a recomendação para que todo mundo siga esse exemplo vem de ninguém menos que James Comey, diretor do FBI.

Não é a primeira vez que o responsável pelo serviço de inteligência americano admite cobrir a câmera de aparelhos para garantir sua privacidade. Ele falou sobre isso pela primeira vez em uma entrevista no início do ano e reiterou as declarações nesta quarta-feira (14), durante uma conferência no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.

Cobrir webcams é uma prática comum nos escritórios do Governo

 

Desta vez, o diretor foi além e afirmou que cobrir webcams é uma prática comum nos escritórios do governo. Comey diz que fazem pouco dele por ter dito isso em entrevista, mas, para o diretor, cobrir as câmeras não é muito diferente de tomar algumas medidas de segurança básica.

"Existem alguns pontos sensíveis que você deve prestar atenção, e esse é um deles", comentou Comey sobre os adesivos nas webcams. "Se você entrar em qualquer escritório governamental, vai perceber que todos nós temos pequenas câmeras em cima das telas (...) E todas possuem uma pequena tampa para bloquear a câmera".

O motivo, segundo o diretor do FBI, é a vigilância: "Você precisa fazer isso para que pessoas que não têm autoridade não fiquem lhe observando. Eu acho que isso é coisa boa a se fazer (...) Eu espero que as pessoas tranquem seus carros, tranquem suas portas à noite… Se você tem um sistema de alarme, você deve usá-lo.”

<h2>Faça o que eu digo...</h2>

A prática reflete as opiniões da Safenet, ONG especializada em segurança digital. O curioso é vê-la sendo adotada pela mesma pessoa que brigou com a Apple para que a empresa facilitasse o desbloqueio de um iPhone 5C sem autorização do usuário, durante a investigação de um tiroteio.

O diretor também criticou o WhatsApp quando o aplicativo anunciou que teria criptografia de ponta a ponta em todas as conversas. Parece que o trabalho de James Comey fica ainda mais difícil quando muita gente segue as recomendações dele.

 

FONTE: http://www.tecmundo.com.br/

Compartilhe: Facebook Orkut Windows Twitter